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quinta-feira, abril 28, 2022

Lançamento do livro “Cinemando por Aí!!!” de Diaulas Ullysses

O lançamento do livro “Cinemando por Aí!!! Cine Caminhos das ações e realizadores de cinema da cidade de São Bernardo do Campo – SP, é meu primeiro livro autoral, e ele faz parte de uma coleção de memória do cinema/audiovisual das sete cidades que compõem a região do Grande ABC Paulista. 


O livro é escrito com parte da pesquisa que realizei durante o período de pandemia do Covid19, e mais alguns materiais já catalogados anteriormente, juntos eles vem descrever a memória cinematográfica da cidade de São Bernardo do Campo – SP. Ele não se finda num só volume, porque a nossa história é muito rica e diversificada. Ele possui também os escritos pessoais de várias pessoas que trabalham ou trabalharam com cinema na cidade, e que puderam contar um pouco da sua vida profissional na área do audiovisual. 

Breve perfil do autor 

Diaulas Ullysses é cineasta, produtor, cineclubista e pesquisador de audiovisual - Graduado na Universidade Bandeirante de São Paulo em Rádio e TV, se formou em direção de cinema na Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André e é fundador da Difilme Digital. Inquieto artista de audiovisual da região do Grande ABC SP, atua em várias frentes do cinema no Brasil. Participou da retomada do Movimento Cineclubista Brasília - 2004. Foi coordenador da montagem da sala de cinema municipal Cine Eldorado, Diadema/SP com a Cinemateca Brasileira em 2008. Desde 2012, realiza pesquisa sobre o cinema na região do Grande ABC Paulista, e participou dos

livros “Almanaque Ponto de Cultura Comunidade Audiovisual – Diadema –

2012” e “Aron Feldman – Cinema nas Veias, de Cláudio Feldman – Santo

André - 2021”.

Serviço:

Dia 29/04/2022, às 20hs.

Entrada Franca. Com sorteio de alguns exemplares.

Centro de Memória de São Bernardo do Campo

Alameda Glória, 197, Centro, São Bernardo do Campo - SP CEP 09725-390

terça-feira, novembro 10, 2020

Marina Miranda é homenageada com livro

Primeira humorista negra de sucesso na TV brasileira, Marina Miranda é homenageada com livro da Funarte 

"Marina Miranda – Além da 'Crioula Difícil'", de Clóvis Corrêa, com Prefácio de Ricardo Cravo Albin, é lançado online em vídeo, dia 30 de setembro, no canal da Fundação

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança o livro Marina Miranda – Além da Crioula Difícil, de Clóvis Corrêa, tributo à comediante e cantora, que fez sucesso nas décadas de 1970 e 1980. O lançamento será num bate-papo com o autor, em vídeo no canal da Funarte no Youtube, na quarta-feira, às 17h. 

Hoje com 90 anos, Marina foi a primeira humorista negra que alcançou destaque na televisão brasileira – famosa ao lado do colega Tião Macalé, no quadro Crioulo e Crioula Difícil, do programa cômico Balança mas Não Cai. Com prefácio de Ricardo Cravo Albin, a narrativa-reportagem, apresenta a trajetória da artista, em teatro, cinema, rádio e TV.

Marina Miranda iniciou a carreira nos anos 1950, cantando ópera na Rádio Nacional. Mas consagrou-se como intérprete de marchinhas, o que alavancou sua carreira de comediante. Ao todo, foram 70 anos de trabalho artístico. “Grande Otelo de Saias” e “Josephine Baker brasileira” foram algumas das expressões usadas para definir a atriz, no período de seu maior sucesso.


O autor


Dramaturgo, roteirista e produtor cultural, o jornalista carioca Clóvis Corrêa trabalhou em rádio e TV. Escreveu para os jornais Papo Teatral, Metrô Press, O Pontual e O Globo. Através da Fábrica de Dramaturgia Domingos de Oliveira, começou a escrever textos teatrais, em parceria com Alexandre Morcillo. 

Suas primeiras peças foram: Cem anos de Machado de Assis e a adaptação do livro Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza. Foi coautor da montagem infantil Um Amor de Circo e das comédias Um Dia de Madame, Baixou um Elvis em Mim e O Último Capítulo. No cinema, foi roteirista do curta-metragem Chapa Quente, dirigido por Ricardo Brasil para o projeto Enquadros Negros.


Serviço:


Lançamento do livro

Marina Miranda – Além da “Crioula Difícil” de Clóvis Corrêa


Edições Funarte

168 páginas

Bate-papo com o autor: dia 30 de setembro, quarta-feira, às 17h

Acesso gratuito, no canal: www.youtube.com/funarte

O vídeo ficará disponível no canal da Funarte também após o lançamento.


Encomendas para todo o Brasil

Livraria Mário de Andrade (Funarte): livraria@funarte.gov.br

Preço: R$ 30

segunda-feira, junho 15, 2020

Uma paixão: Cary Grant e Randolph Scott

A história de amor de Cary Grant e Randolph Scott é um dos muitos segredos que Hollywood abafou

Os dois atores de Hollywood viveram juntos durante mais de 11 anos, na década de 1930, mas nunca assumiram a relação amorosa. Para esconder a homossexualidade, chegaram mesmo a casar. Um fêz por cinco vezes e o outro por duas.

A história de amor de Cary Grant e Randolph Scott é um dos muitos segredos que os donos dos grandes estúdios do cinema abafaram mas, numa altura em que "Hollywood", a nova série de êxito da plataforma digital Netflix, atrai atenções, o relacionamento entre os dois volta a ser falado. Os dois atores americanos viveram juntos durante mais de 11 anos, na década de 1930. Partilharam uma casa de praia em Santa Monica e uma mansão no bairro de Los Feliz, em Los Angeles, nos Estados Unidos da América.

Para esconder a homossexualidade, como aconselhavam os poderosos da indústria cinematográfica norte-americana naquela época, chegaram mesmo a casar, à semelhança de outros dos artistas de então. Para calar os rumores de homossexualidade, o agente de Rock Hudson forçou-o a casar-se com a sua secretária. O matrimônio com Phyllis Gates duraria apenas um ano.


O italiano Rodolfo Valentino, o primeiro símbolo sexual masculino, personalizava a figura do amante latino mas, segundo os rumores, era homossexual e o casamento com a atriz Jean Acker, que seria lésbica, apenas um acordo de conveniência. Embora Cary Grant exibisse uma masculinidade forçada que apaixonava as mulheres, na realidade gostava era de homens. O ator namorou nove anos com o estilista Orry Kelly antes de se envolver romanticamente com Randolph Scott, outro galã de Hollywood.

Sempre que foi confrontado com os rumores, Cary Grant, com medo das repercussões que essa revelação pudesse ter na sua carreira, negou sempre ser homossexual. Casou cinco vezes para disfarçar e envolveu-se com a atriz Cynthia Bouron, que garantiria mais tarde que o ator era o pai de um dos três filhos. Os testes realizados pouco depois desmentiram-no e desmascararam-na. 

Em 2018, Scotty Bowers, então com 95 anos, fez revelações bombásticas num documentário (muito) polémico. Em "Scotty and the secret history of Hollywood", o escritor, que trabalhou 40 anos como proxeneta, confirma que forneceu amantes gay a Cary Grant, Randolph Scott e Spencer Tracy e mulheres lésbicas para a atriz Katharine Hepburn. Apesar de, em 1944, ano em que Randolph Scott casou pela segunda vez, terem deixado de viver juntos, os dois atores foram sempre muito próximos. "Eles estavam muito apaixonados", garante Richard Blackwell, um crítico de moda que viveu vários meses com o casal. (Francisco Martins\sapo.pt). 

quinta-feira, outubro 24, 2019

Lançamento: Enciclopédia Mazzaropi de Cinema

Antonio Leão da Silva Neto, com o intuito de contribuir com um pouco mais de informação sobre nosso cinema, orgulha-se de realizar o lançamento de seu 11º livro: “ENCICLOPÉDIA MAZZAROPI DE CINEMA”. O livro pretende listar, biografar e filmografar 888 profissionais e pessoas que colaboraram para a construção da obra cinematográfica do ator-cineasta AMÁCIO
MAZZAROPI, no período 1952-1980.

Antonio Leão da Silva Neto é um profundo conhecedor sobre o nosso cinema, autor dos não menos importantes, ‘Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro’, de 1998, atualizado em 2010, ‘Dicionário de Filmes Brasileiros – Longa Metragem’, de 2002, atualizado em 2009, “Fotógrafos do Cinema Brasileiro”, de 2011, entre outros, obras consagradas e de referência obrigatória e diária para jornalistas, críticos, pesquisadores, alunos de cinema e público cinéfilo em geral, com grau de informação e detalhes nunca antes realizado.

Editado pelo autor sem nenhum tipo de patrocínio ou apoio, o livro foi viabilizado com recursos próprios do autor, em edição limitada. O livro contempla uma pequena biografia, a filmografia com Mazzaropi e sua filmografia geral, lembrando que a primeira está contida na segunda. Foram pesquisadas e estão sendo publicados 888 verbetes entre atores, atrizes, técnicos, parentes, amigos, herdeiros, etc., que, de alguma forma participaram dos filmes e da vida de Mazzaropi, desses, foram verbetados 467 profissionais,. As demais estão citadas no livro sem a biografia, mas com sua filmografia completa, totalizando 312 páginas.

Máximo Barro prefacia o livro 

O livro conta com texto introdutório do pesquisador, montador e historiador Máximo Barro e prefácio do produtor cultural e cineasta Paulo Duarte. Noite de autógrafos com o autor Antonio Leão da Silva Neto e a presença de diretores, atores, jornalistas, críticos, estudantes e personalidades ligadas ao Cinema Brasileiro e público entusiasta em geral, fãs e admiradores do grande astro do nosso cinema.

Novo livro de Antonio Leão homenageia profissionais  que trabalharam com Mazzaropi; O presente dicionário contempla bio-filmografias de 888 profissionais e pessoas que colaboraram, ao longo de 30 anos para a formação e consolidação da obra cinematográfica do ator-cineasta Amácio Mazzaropi, abrangendo o período de 1952 a 1980, 32 filmes.

Cabeça feita na Vera-Cruz, Mazza, desde o primeiro filme produzido pela PAM Filmes, “Chofer de Praça”, em 1958, sempre se cercou dos melhores técnicos e equipamentos, muitos adquiridos da própria Vera-Cruz, como as câmeras Norte- Americanas Mitchel blimpadas, para gravação de som direto, pois, como é do conhecimento dos mais inteirados, o astro não dublava seu filmes
Foram pesquisadas e estão sendo publicados 888 verbetes entre atores, atrizes, técnicos, parentes, amigos, herdeiros, etc., que, de alguma forma participaram dos filmes e da vida de Mazzaropi, desses, consegui verbetar 467 profissionais, um número que me surpreendeu, positivamente. As demais estão citadas no livro sem a biografia, mas com sua filmografia completa.

No campo: “Contato Pessoal” eu conto a história do meu encontro com dezenas de colaboradores de Mazzaropi a quem conheci pessoalmente nos últimos vinte e cinco anos. Essa parte do livro é afetiva e especial pra mim, pois me dá a oportunidade de contar todos esses encontros realizados a partir de 1994, quando nasceu este projeto. O plano geral da obra prevê: uma breve biografia seguida de sua filmografia específica com Mazzaropi e na sequencia sua filmografia geral, ou seja, a lista de todos os filmes que o profissional participou. Há de se tomar muito cuidado com esse detalhe, pois o leitor poderá ser facilmente induzido ao erro. Reforçando: A filmografia isolada do Mazzaropi está contemplada dentro da filmografia geral. Ou seja, sempre é melhor analisar a geral, pois a outra contempla somente os filmes que o profissional fez com o Mazza.

A grande novidade do livro é que forneço as filmografias independente de ter a biografia. Graças ao meu banco de dados formado nos últimos trinta anos, por meus dicionários anteriores, de astros e estrelas. curtas, médias, longas, fotógrafos e Super-8, somados a fundamental e preciosa Base de Dados da Cinemateca Brasileira e pesquisas complementares, consegui montar filmografias “quase” completas, o que permitirá ao leitor ter a dimensão do trabalho desses atores, atrizes e técnicos que com ele trabalharam. Essas filmografias são a “cereja do bolo” do livro e me custaram três anos de trabalho, cansativo, desgastante, mas muito prazeroso.

Serviço 

Horário: A PARTIR DAS 19h00 dia 13 de novembro 
Local: CINEMATECA BRASILEIRA, SP

Largo Sen. Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04021-070

Informações pelo telefone: (11) 3512-6111, com Gabriel ou Lívia

sexta-feira, janeiro 04, 2019

“Janela Indiscreta – O Que Dizem as Estrelas”,

Livro escritor português Mário Augusto compila fatos  e curiosidades recolhidos ao longo de 30 anos de entrevistas



O livro “Janela Indiscreta – O Que Dizem as Estrelas”, que compila factos e curiosidades recolhidos ao longo de 30 anos de entrevistas de Mário Augusto a estrelas de cinema, é um dos destaques da Bertrand para este ano.

“Janela indiscreta” foi distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores como o melhor programa de entretenimento cultural da televisão portuguesa, em 2018, a Bertrand prepara-se para publicar, a 15 de fevereiro, um livro com o mesmo nome, assinalando 30 anos de entrevistas com as estrelas de cinema de Hollywood.

Estas conversas à volta do mundo do cinema - que tomam por nome o título do filme de Alfred Hitchcok - resultam numa compilação de factos e curiosidades recolhidas ao longo do tempo, com algumas das mais cintilantes estrelas da Sétima Arte, explica a editora.

Ao todo, são 25 entrevistados, cujo crescimento pessoal e profissional, Mário Augusto viu desenrolar à frente dos olhos, à medida que o próprio fazia o seu percurso profissional.

De Al Pacino a Woody Allen, passando por Charlize Theron e Julia Roberts, este é um livro que faz a ponte entre o espectador e os bastidores. Livro lançado pela Bertrand Editora. (Francisco Martins \ sapo.pt)

segunda-feira, setembro 11, 2017

Funarte lança a coleção de livros Plínio Marcos

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lança a coleção de livros Plínio Marcos – obras teatrais, na Livraria da Travessa. 

A iniciativa traz uma coletânea inédita de peças, em seis volumes, editada com a última revisão de conteúdo feita pelo dramaturgo. Nessa edição, foram selecionados os 29 textos concluídos pelo autor – dez deles publicados pela primeira vez. 

Nos seis volumes estão textos consagrados, como Navalha na carne, Dois perdidos numa noite suja, O Abajur lilás e Quando as máquinas param. O organizador da publicação é o crítico e professor de literatura da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Alcir Pécora. A cada livro, ele acrescentou  análises dos textos de Plínio Marcos. No lançamento, o ensaísta fará uma apresentação da coletânea, no auditório da livraria.

Fotos, cartazes, imagens de textos escritos à mão pelo dramaturgo e outras curiosidades – como ingressos teatrais – ilustram a obra. Essa iconografia tem a assinatura de Ricardo Barros, filho de Plínio. A atriz Walderez de Barros, ex-esposa do autor teatral e mãe de seus três filhos, estabeleceu a versão final das peças.

Cada um dos volumes foi definido com base numa linha temática principal. O Volume 1, Atrás desses muros, reúne as peças cujas personagens encontram-se na prisão. O segundo livro, Noites sujas, mostra personagens sem ocupação ou subempregadas, no limite da sobrevivência nas grandes cidades. Já o Volume 3, Pomba roxa, reúne as peças que giram em torno da figura da prostituta.

A quarta publicação, Religiosidade subversiva, traz as peças que o próprio autor reuniu em um livro com esse tema e com o mesmo título – e mais o texto O homem do caminho. No Volume 5, No reino da banalidade, há textos em que se destaca a descrição dos "hábitos pequeno-burgueses" – crítica, cômica ou tragicômica. Por fim, no sexto título, Roda de samba/Roda dos bichos, há apresentação do teatro musical e também da obra infantil de Plínio Marcos. PERFIL DO ESCRITOR \ ATOR Blog da Fama

Encomendas e mais informações sobre compra:
livraria@funarte.gov.br - (21) 2279 8071 | (21) 2279 8070
Envio pelo correio, para todo o Brasil
Em caso de remessa, será acrescentado o valor do frete

sexta-feira, maio 05, 2017

Lançamento livro ‘Augusto Boal"

livro ‘Augusto Boal: Embaixador do Teatro Brasileiro’ no Teatro de Arena Eugênio Kusnet (SP).

No dia 8 de maio, segunda-feira, a partir das 19h30, o Teatro de Arena Eugênio Kusnet, na Vila Buarque, recebe o lançamento do livro Augusto Boal: Embaixador do Teatro Brasileiro, organizado por Anderson Zanetti e Izaías Almada. Além dos artigos dos organizadores, a obra apresenta textos de Alice Fonseca Nunes, Alessandra Vannucci, Armindo Pinto, Cecília Thumim Boal, Clara de Andrade, Dodi Leal, Dulce Muniz, Iná Camargo Costa, Licko Turle, Maria Silvia Betti e Sarah Reimann Oliveira.

Augusto Pinto Rodrigues Boal nasceu no Rio de Janeiro, mas foi muito atuante no circuito teatral paulista. Considerado um dos maiores nomes do teatro brasileiro, foi encenador, dramaturgo, ensaísta, escritor, político e teórico.  Foi também grande divulgador das obras de Sófocles, Shakespeare, Tchekhov, Brecht e Nelson Rodrigues.

 Boal é mundialmente reconhecido pela criação do Teatro do Oprimido, tendo recebido, em 2008, uma indicação ao prêmio Nobel da Paz. No dia 27 de março desse mesmo ano, o dramaturgo foi nomeado embaixador mundial do teatro pela UNESCO. Sua obra é conhecida em mais de 70 países.

Teatro de Arena Eugênio Kusnet
(Rua Dr. Teodoro Baima, 94, Vila Buarque, São Paulo)
Lançamento do livro Augusto Boal: Embaixador do Teatro Brasileiro
Dia 8 de maio. Segunda, a partir das 19h30.
Entrada franca
Mais informações:
(11) 3662-5177

quarta-feira, dezembro 07, 2016

Viajo porque preciso, volto porque te amo

Via de regra é a telona que faz adaptações da literatura. Neste caso, o caminho foi inverso, o cinema que buscou inspiração na literatura. Este livro se inspira no filme homônimo, cujo enredo narra a viagem de um geólogo que realiza uma pesquisa de campo no sertão nordestino, numa região por onde passará um grande canal de irrigação. 


Durante seu trajeto tanto por locais que serão beneficiados quanto por outros que serão desapropriados e inundados pela obra, ele tenta esquecer a mulher que o deixou. Trata-se de uma narrativa que possibilita ao leitor entrar em contato com a experiência da separação amorosa em meio a paisagens áridas e metafóricas. A obra traz encartado o DVD do filme.

Escrito e dirigido por Marcelo Gomes e Karim Aïnouz, a publicação traz imagens de diversas cenas acompanhadas de frases que marcaram o roteiro.

quinta-feira, março 10, 2016

Memória a dois, sobre ator Sergio Britto

Escrito entre abril e maio de 2011, meses antes da morte do artista, o livro é uma espécie de diálogo entre ele e o sobrinho, Paulo Brito. 

As lembranças, muitas vezes, se confundem com a luta de Sergio Britto pela vida e sua busca intensa para manter a lucidez e a esperança. A publicação de 184 páginas traz também fotos, a maioria do acervo da família do ator. Memória a dois foi lançado também em São Paulo (SP), no dia 7 de março, segunda-feira, às 18h30, na Livraria da Vila, em Vila Madalena. 


Em Memória a dois, Sergio Britto exercita sua memória, relembra momentos de sua vida como a adolescência, os estudos de medicina, parte de sua trajetória profissional, além de movimentos importantes do teatro brasileiro e artistas com quem compartilhou experiências marcantes, como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Nathalia Timberg, entre outros.


Carioca de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, Sergio Pedro Corrêa de Britto nasceu no dia 29 de junho de 1923 e morreu em dezembro de 2011, aos 88 anos. Formado em medicina, ele trocou a carreira pelos palcos e dedicou sua vida ao teatro e à arte brasileira. Sua estreia foi em 1945, interpretando Benvoglio na montagem de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, no Teatro Universitário.



Ator, diretor e produtor, Sergio Britto fez parte de importantes companhias do teatro brasileiro, como Teatro do Estudante de Paschoal Carlos Magno, Teatro dos Doze, Cia. Maria Della Costa, Teatro de Arena, Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Foi também um dos fundadores do Teatro dos Sete, nos anos 1950, e um dos sócios do Teatro dos Quatro, na década de 80.

Durante sua carreira, recebeu os mais importantes prêmios de atuação e direção teatral, entre os quais três prêmios, como diretor, por Os Veranistas, de Gorki; Prêmio Molière Especial por Rei Lear, de Shakespeare; e Prêmio Mambembe porA cerimônia do Adeus, de Mauro Rasi. Dirigiu algumas óperas, comoLa TraviataO Guarani.

Na televisão, foi pioneiro do teleteatro como criador, diretor e ator do Grande Teatro Tupi, que produziu mais de 450 peças. Participou de novelas, minisséries e especiais. Na TV Brasil, escreveu, dirigiu e apresentou o programa Arte com Sergio Britto, dedicado ao teatro e à arte de interpretar. 

Em 2010, lançou sua biografia,O Teatro & Eu – Memórias, publicada pela editora Tinta Negra. O livro recebeu o Prêmio Jabuti 2011 na categoria Biografia.

terça-feira, setembro 29, 2015

Livro sobre ator Humphrey Bogart

Eleito pelo American Film Institute como a maior estrela masculina do cinema norte-americano de todos os tempos, a imagem de Humphrey Bogart (1899-1957) é marcada pelo linguajar cínico, os trejeitos de durão e o inseparável cigarro.
 Esse tipo inesquecível encarnado pelo ator durante a era de ouro dos estúdios de Hollywood combinou-se com um jeito sedutor que fascinava o público feminino e fez os homens se identificarem.  
O antropólogo Luís Felipe Sobral, em seu ensaio Bogart duplo de Bogart, investiga esse ideal de masculinidade personificado pelo ator nova-iorquino nos quatro filmes que marcaram o início de sua carreira: O falcão maltês (de 1941), Casablanca (1942), Uma aventura na Martinica (1944) e À beira do abismo (1946).
No primeiro dos três capítulos que compõem o livro, o autor relaciona a consolidação de Bogart em Hollywood e sua conquista da categoria “estrela de cinema” em O falcão maltês com a cultura visual do cinema clássico. O segundo capítulo parte do triângulo amoroso de Casablanca, descreve o impacto da Segunda Guerra Mundial em Hollywood na persona de Bogart e ainda mostra como o filme foi pautado de forma religiosa para moldar sua mensagem política.
 O último capítulo revela como a chegada da novata Lauren Bacall, dona de uma insolência capaz de conquistar Bogart dentro e fora das telas, garantiu-lhe sua estabilidade na indústria cinematográfica e forneceu a Bogart o último elemento que faltava para completar sua persona: o par romântico. MAIS

segunda-feira, setembro 08, 2014

Diva do cinema Sophia Loren lança autobiografia

Magra demais, vida miserável, e com um nariz grande demais, ela se transformaria num dos ícones da cultura popular do século 20

Foto: Kevin Winter

GENEBRA - Às vésperas de completar 80 anos, a italiana Sophia Loren publica sua autobiografia nesta semana na Europa. O livro Ontem, Hoje e Amanhã - Minha Vida Como Um Conto de Fadas chegará ao Brasil até o fim do mês, em tradução publicada pela Record. Depois de décadas à espera das memórias da atriz, a obra traz o percurso de uma vida nada comum. Da menina miserável, magra demais, alta demais e com um nariz grande demais, ela se transformaria num dos ícones da cultura popular do século 20.

Nascida em 20 de setembro de 1934, a atriz revela seus anos sob a bombas da 2.ª Guerra Mundial e como a fome foi uma realidade constante em sua juventude. Sua mãe, que chegou a pedir esmola, e sua irmã, que contraiu tifo são detalhes de uma vida que, a princípio, não dava nenhum indício de que teria um destino promissor. Sophia Loren remodelou os padrões de beleza, rompeu tabus nos EUA - ainda com regras mais conservadoras do que na Europa da década de 1950 - e lembra como foi a primeira estrangeira a ganhar um Oscar de atriz, por Duas Mulheres (1962). "Foi uma vida superando obstáculos", escreveu.

No livro, a atriz detalha sua relação com Carlo Ponti, com quem se casou depois de diversas batalhas jurídicas e com quem teve dois filhos. A longa caminhada de Sophia Loren, como aquela triunfal por ruelas pobres de Nápoles, não seria completa sem Vittorio De Sica, Marcello Mastroianni e todos os filmes que marcaram uma época.

Em sua biografia, Sophia deixa claro que sua vida foi permeada pela necessidade de ser reconhecida como legítima. Sem um pai, casa, sobrenome ou casamento tradicional, ela buscou no cinema realizar seus sonhos e os de toda a sua família, principalmente de sua mãe. A obra ainda traz carta de Cary Grant e telegramas e mensagens de Richard Burton. (AgênciaFM \ Agências Internacionais). MAIS: http://cinemetro.blogspot.com.br/2011/02/sophia-loren-mulher-diva-o-mito.html

sexta-feira, junho 06, 2014

Eugênio Kusnet ganha livro: por Ney Piacentini

Nesta segunda-feira, 9 de junho de 2014, o ator e pesquisador Ney Piacentini, realiza o lançamento de seu livro Eugênio Kusnet: do ator ao professor. 

o autor investiga como Eugênio Kusnet (1898-1975) transformou-se em um pedagogo dedicado à arte do ator, e de que forma ele contribuiu para “a sistematização dos estudos dessa arte no Brasil”. Kusnet chegou ao nosso país em 1926 e participou, entre 1950 e 1970, de importantes movimentos de renovação do teatro nacional. A hipótese levantada por Ney Piacentini, em sua dissertação, é de que ele teria adquirido aqui – e não no seu país natal, como muitos sustentam – os conhecimentos que detinha sobre Stanislavski (1863-1938).

A trajetória de Eugênio Kusnet no Brasil está vinculada a três importantes companhias da história do nosso teatro: o Teatro de Arena (hoje Teatro de Arena Eugênio Kusnet), que surgiu em 1953 com o diretor José Renato; o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), fundado em 1948 pelo empresário Franco Zampari, e o Teatro Oficina, criado em 1958, com José Celso Martinez Corrêa à frente. Para este diretor, entre os trabalhos mais marcantes de Eugênio Kusnet como ator estão os personagens Otávio, em Eles não usam black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri (montagem de 1958, com direção de José Renato, no Arena) e Bessemnov, em Os pequenos burgueses, de Máximo Gorki, que estreou no Oficina em 1963. 

É no trabalho de Eugênio Kusnet neste último teatro, e no curso de atuação que ele criou ali, que reside o núcleo da pesquisa de Piacentini. Segundo ele, “foi durante a montagem de Os pequenos burgueses que esse discípulo de Stanislavski estabeleceu suas bases artísticas e técnicas sobre a arte de atuar, adaptando à nossa realidade os preceitos criados pelo Teatro de Arte de Moscou”.

Eugênio Kusnet deixou três livros sobre o trabalho do ator: Iniciação à arte dramática (1968), O método das ações inconscientes (1971) e Ator e método (1975). O texto de Piacentini traz depoimentos inéditos de Maria Della Costa, Fernanda Montenegro, Valmor Chagas, Flávio Migliaccio, Renato Borghi, Carminha Góngora, Antunes Filho e José Celso Martinez Corrêa, além de outros importantes atores e diretores da cena nacional. SOBRE NEY PIACENTINI

Debate e lançamento do livro: Eugênio Kusnet: do ator ao professor
Dia 9 de junho |Segunda, das 20 às 23h
Autor: Ney Piacentini
Participação no debate: Antunes Filho, Carminha Góngora e Ney Piacentini
Entrada franca

Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Rua Teodoro Baima, 94, Centro, São Paulo, SP. Tel (11) 3256-9463

quarta-feira, dezembro 19, 2012

LIVRO: Now and Than: Steve Schapiro

O fotógrafo americano Steve Schapiro tornou-se conhecido nas décadas de 60 e 70 por fazer registros de astros e estrelas do cinema nos bastidores dos sets de filmagem.

Marlon Brandon durante filmagens de "O Poderoso Chefão"




No recém-lançado livro Now and then (Agora e Depois, em tradução livre), cerca de 170 fotos nunca antes reveladas de seu acervo foram reunidas em uma só obra. São imagens de diferentes épocas, como a de Marlon Brando sendo maquiado durante as filmagens de O Poderoso Chefão, em que atuou como protagonista.


Cerca de 170 fotografias nunca antes reveladas do americano Steve Schapiro, famoso por retratar atores e atrizes nos bastidores dos sets de filmagens nos EUA, foram reunidas no recém-lançado livro 'Now and Then'. Acima, um registro em preto e branco da cantora e atriz Barbra Streisand.

 
Shapiro começou no fotojornalismo, inspirado pelo trabalho do renomado fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson, chegando a trabalhar nos tempos áureos da revista 'Life'. A publicação ganhou fama por suas imagens icônicas. Não há previsão de quando será lançado no Brasil.

terça-feira, dezembro 18, 2012

Os Três Patetas: Livro

Livro sobre o trio reúne imagens das locações dos 190 curtas de Os Três Patetas



Os Três Patetas fizeram a alegria de muita gente com suas trapalhadas, especialmente os norte-americanos por mais de 40 anos. Um fã dos comediantes, depois de uma busca de mais de uma década, Pauley publicou o livro "Os Três Patetas: Locais de Filmagem de Hollywood", um documenta com centenas de locações dos 190 curtas-metragens da Columbia Pictures feitos pela equipe de comédia entre 1934 e 1958.

O livor mostra imagens de como as locações eram na época e como se encontram agora, tudo seguido por frases de diretores dos Três Patetas, atores coadjuvantes e familiares dos comediantes, sendo os primeiros membros Moe Howard, Larry Fine e Curly Howard, que substituiu seu irmão Shemp no elenco. O livro foi publicado pela Santa Monica Press no fim de semana passada.

O livro é centrado em suas raízes e nos artigos que o autor escrevia sobre as locações para o jornal trimestral do Fã Clube Os Três Patetas, aos longo de um período de 12 anos.

domingo, julho 10, 2011

Ary Fernandes: Sua fascinante história

Quem não se lembra da pioneira e lendária série de TV O vigilante rodoviário, com Carlos Miranda e o cachorro Lobo, apresentada na TV Tupi, na década de 60? Foi uma criação de Ary Fernandes, que, associado a Alfredo Palácios, produziu e dirigiu os 38 episódios, sendo 23 em 1961 e 15 e 1962.

Não satisfeito, Ary retorna em 1967 com outra série de TV, Águias de Fogo (com 26 episódios), ambas depois também adaptadas para filmes de longa-metragem, exibidos no cinema. Ary era locutor e radiator quando foi trabalhar nos estúdios da Maristela Filmes, desde 1952, participando de filmes clássicos do estúdio.

Nos anos 70, foi produtor de filmes de Alfredo Sternheim, Egydio Eccio e Fauzi Mansur. Também continuou a dirigir filmes infantis e eróticos. Essas e outras histórias são contadas com bom humor e nostalgia neste livro, escrito pelo historiador Antonio Leão da Silva, publicada em 2006. R$ 15,00

terça-feira, junho 21, 2011

Glenn Ford, astro da MGM ganha biografia

Segundo o autor da biografia, Peter Ford, seu pai teve um romance que durou a vida inteira com Maria Schell, sua parceira de vários filmes.


Glenn Ford (1916-2006) já foi considerado um dos astros mais populares do cinema norte-americano. Até mesmo no Brasil. O ator cometeu alguns erros em sua carreira, entre os quais em m vez de privilegiar a qualidade dos filmes que estrelou, preferiu fazer fitas comerciais, de ação, incluindo o gênero faroestes, que logo sairia de moda. Não se preocupou em buscar trabalho com diretores mais importantes ou em projetos sérios. Resumo: acabou sendo menosprezado.

Peter Ford, seu filho mais velho, resolve contar a saga do pai neste livro além de ter lutado durante anos para que a Academia de Artes e Ciências lhe desse um Oscar especial ao astro, por sua atuação em 107 trabalos para cinema e TV. Não se entende muito a relutância da Academia em dar-lhe um Oscar postumo, pois Glen Ford nunca teve uma má interpretação.´Pelo contrário, era eficiente, discreto. Sujeito simpático, e funcionava bem até em comédias como Não Caia n’água Marujo, Tudo começou com um Beijo e The Gazebo/Sem Talento para Matar, ambos com sua amiga de vida toda Debbie Reynolds.


Trabalhou no famoso texto A Casa de Chá do Luar de Agosto, ao lado de Marlon Brando. Dentre os mais importantes trabalhos fez três com o diretor subestimado Delmer Daves: Ao Despertar da Paixão, com Rod Steiger, Galante e Sanguinário, com Van Heflin, e Como Nasce um Bravo/Cowboy, com Jack Lemmon. Passou pelo seriado Cimarron, de Anthony Mann entre outros.


Mas Glen Ford, tem uma filmografia repleta de filmes importantes na carreira, com o excelente diretor Fritz Lang e Gloria Grahame atuou em dois filmes Os Corruptos e Desejo Humano, o clássico Sementes da Violência. Atuou com a MGM, em filmes de prestígio como A Fúria dos Justos/Trial, Melodia Interrompida, com Eleanor Parker, O Irresistível Forasteiro, do seu diretor preferido George Marshall, Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, de Minnelli.Como produtor, em Dama por um Dia, de Frank Capra tendo no elenco Bete Davis. Trabalhou no imortal clássico Gilda (co Rita Hayworth), voltaram a trabalhar juntos em Os Amores de Carmen, Uma Viúva em Trinidad e, já mais maduros, em Dinheiro é a Armadilha (65).

O artista veio ao Brasil para fazer um filme chamado O Americano, a quem o filho dedica um capítulo e as filmagens deveriam acontecer na Vera Cruz de São Bernardo do Campo. "as férias da família foram um desastre, e os pais dele nem estavam mais se falando", conclui Peter. (fm).

Editora: The University of Winconsin Press. 2011.

domingo, maio 15, 2011

I´m Over All That and Other Confessions

Ela tenta mostrar no livro, é que com a maturidade e velhice, começamos finalmente a entender aquilo que realmente é importante para nós e aquilo que realmente não faz diferença.


Atriz Shirley MacLaine, 77, lança mais um livro, uma sucessão de pequenas crônicas que demonstram as coisas pelas quais ela ainda se interessa exemplo: "Eu ainda tenho a vontade de saber mais", "Nunca vou deixar de tentar entender homens e mulheres, especialmente num set de filmagem". "Nunca vou desistir da África", diz. Aqui, a atriz se referindo ao uso da luz no cinema ou trabalho, "Só tomo antibióticos se estiver morrendo".
A atriz também tece críticas às celebridades ("Por que, se pergunta, tanta gente quer ser famosa quando eles veem como é fácil a fama destruir sua vida?"), a mania de ser educada com os chatos ("Se eles não param de falar, entro num transe e começo a meditar"), como é envelhecer em Hollywood ("Como é melhor e mais pacífico não ter que parecer mais bonita ou ser magrinha!"). Sobra até para a vaidade dos colegas "A vaidade dos atores é uma muralha impossível de escalar" diz a atriz.

Editora Atria. Memórias. 220 páginas

sábado, abril 23, 2011

Frank Sinatra

A voz de Frank Sinatra foi, provavelmente, ouvida mais vezes do que a de qualquer outra pessoa na história da música.

Ícone do século XX, Sinatra foi simultaneamente uma eminência, o padrinho do pop e um artista com a mesma confiança do jovem muito magro que ganhara um concurso de cantores amadores seis décadas antes. Muito antes de ser "chairman of the board", Frank Sinatra foi um filho da era do jazz e da respectiva abordagem descontraída da vida.

No curso da sua ascensão meteórica de empregado de mesa / cantor a maior estrela pop do mundo, cujos fãs iam de meninas de soquetes a mães de família à medida que ele ia transformando o "Swoonatra" num fenômeno, Sinatra fiava-se na sua própria versão de se manter fiel à simplicidade: "Não sou um daqueles caras complicados e confusos. Não ando a procura do segredo da vida nem da resposta à vida. Vivo um dia de cada vez, aceitando o que cada dia trouxer".

Como entertainer Sinatra era tanto um visionário como um pragmatista, um protótipo do homem do século XX. Ao passo que muitas estrelas de uma determinada área criativa conseguiram fazer sucesso em uma outra, apenas uma mancheia deles tentou (sem conseguir igualar) os feitos de Frank Sinatra como cantor, ator, produtor de discos e filmes, filantropo, conquistador e até realizador de cinema. "Temos de nos render à evidência: Sinatra é o rei", disse Bing Crosby, o crooner que inspirou o jovem Frank. "É um empresário muito astuto e tem um enorme respeito pelo que o público quer".

Na verdade, sendo um homem que afirmava que "é necessário ir mesmo até o fundo para se apreciar a vida e recomeçar a viver", Sinatra percebia que a determinação era a base de qualquer realização. Pelo que talvez seja mais exato dizer que se tratava, em primeira instância, sempre do que Sinatra queria e não do que queria o público e, em segundo lugar, tratava-se de convencer os chefes de banda, os dirigentes de estúdio, os empresários e, em último lugar, tratava-se do público que, também queria o mesmo. Embora Sinatra nem sempre tenha conseguido ter êxito, os fracassos foram parcos.

Valor: 39,90

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

LIVRO SOBRE CINE METRO -SP busca apoio


Livro contará história do cinema através de programas distribuídos pela Metro Goldwin Mayer, e coletados por Fausto Visconde, um total de 350, com as maiores atrizes do mundo, além de abordar construção e depoimentos de cinéfilos e personalidades que por lá passaram.





Antes da deterioração do centro da cidade e dos conglomerados de salas de exibição nos shoppings centers, vários cinemas se destacavam por suas salas e qualidade: o cine marrocos, ouro, art palácio, bandeirante e cine metro. É exatamente sobre este último - cine metro - que vamos relatar sua história através de programas originais, deslumbrantes até mesmo para quem apenas aprecia um bom filme. É impossível gostar de cinema sem ter lido algo sobre o cine metro ou freqüentado- o. O glamour de décadas está de volta ! São mais de 350 "programas" medindo entre 28x23 {os primeiros}.Todos contém o filme em cartaz,a programação a seguir, propagandas, e são ricamente ilustrados com fotos de cenas com os astros da Metro Goldwin Mayer [MGM].

O cine Metro- construção

Sua constraução começou em 1934 e inaugurado em 1938 pela Cia. Construtora Nacional S.A., para a Metro Goldwyn Mayer {MGM}, com as mesmas características das casas de exibições dessa importante firma produtora, nas grandes capitais do mundo. O hall amplo em mosaico granito róseo; duas escadarias para os balcões; portas envidraçadas em que o jacarandá ressalta belamente são as impressões iniciais. As decorações internas, carregadas de motivos inspirados dos egypcios. Sala cômoda, em dois planos, platéia e balcões em que se percebe a preocupação de se dar um máximo de conforto ao espectador. Um sistema de ar condicionado medido, lavado, filtrado e secado é insuflado através dos motivos decorativos do teto e das paredes; esse ar é exaurido sob as poltronas em dispositivos especiais, permitindo assim continua, agradável renovação de ar.

Ao espectador é dada visibilidade total; as poltronas são locadas em círculos concêntricos com a tela e distanciadas 87 centímetros, um máximo de espaço e comodidade. As paredes arrematadas com lambris de imbuia dão um contraste com o restante do revestimento. Um tapete único e maravilhoso cobria o piso tão bem estudado para sala de projeção.

Acústica perfeita; existe um oco entre o revestimento interno e o concreto armado, e mesmo toda a construção obedece ao sistema de concha para limpidez do som. As instalações de iluminação, projeção e som possuem tudo o que há de mais perfeito e até o máximo que a técnica conseguiu em efeitos dessa natureza, na época. A luz irradia da própria cabine do operador, luz colorida e variável. A projeção era feita de maneira a dar a impressão de que a cena é vista em um palco e não sobre um pano simples.

GRANDES ASTROS



Do final da década de trinta, 1939, até o início dos anos 90, o cine metro na avenida São João, 791, região central de São Paulo, cativou clientes ilustres por sua programação de alto nível e qualidade na exibição. O cinema foi inaugurado com a película “ Melodias da Broadway, tendo no elenco Judy Garland. A partir daí grandes astros e filmes desfilariam por sua tela como por exemplo: Rainha Christina [Greta Garbo/ John Gilbert] Noivado de Arrelia com Frank Morgan/John Beal; Maria Antonieta [Norma Shearer/Tyrone Power] Madame Walewska, [Garbo/Charles Boyer ], Os Castiçais do Imperador com [Luise Rainer/William Powell], A Volta de Arsene Lupin [Warren William /Virginia Bruce], "Destino" Herval Rossano / Sara Dartuss, e tantos outros que poderão ser revividos através desses programas originais distribuídos pelo cinema até a década o final de 60. A intenção é realizar um catálogo com todos os programas em sua maioria em P&B. Como se não bastasse os astros que ilustram as páginas dos programas, serão inserido também depoimentos de personalidades e freqüentadores do cinema, funcionários e comentários da direção da MGM, norte-americana.

DISTRIBUIÇÃO / LIVRO

Os programas eram distribuídos na bilheteria ao comprar o ingresso. Se houvesse interesse por parte do freqüentador passaria a recebe-los em casa. Para tanto necessitava apenas preencher um cupom com o endereço. Os programas que nos referimos foram distribuídos entre as décadas de 30 até meados dos anos 60, e colecionados pelo maior conhecedor de cinema do país, proprietário de soberba hemeroteca Sr. FAUSTO VISCONDE, 88 anos, {assistiu quase todos os filmes dos programas}."Comecei ir ao cinema aos 9 anos de idade para acompanhar minhas tias com seus namorados, pois naquela época namorados não iam sozinhos ao cinema ", diz Visconde.

Em 1943, juntamente com os amigos Antônio, Walter, Juca, Bibo, Mola e Cojuta fundou o Clube dos Programas do Cine Metro {CPCM}, sendo, ele Fausto Visconde o presidente. A finalidade do clube, manter sempre um dos sócios disponível para ir ao cine metro, e assim, não perderiam a seqüência dos programas. Visconde passou a sua coleção particular [340 programas] ao jornalista Francisco Martins, que disponibiliza até 150 para exposição. Porém, a principal meta é a edição de um livro com o vasto material sobre o cinema que deixou grandes recordações aos seus freqüentadores. O livro será ricamente ilustrado com os catálogos e depoimentos de pessoas que viveram a época de ouro do verdadeira Broadway paulistana. No dia 27 de março de 1997, após ter sido dividia em duas salas, o cinema apresentava os filmes 'Jerry Maguaire' e Coração de Dragão" , nesta data encerrou suas atividades sendo vendida para uma seita.


Características do livro
Autores: Francisco Martins e
Fausto Visconde (memória)
Capa dura
Páginas: 160
Formato: P&B e colorido
Tamanho: 24 x 32
Miolo: papel couché 180g
Data de início: 15/09/2011
Entrega: 15/11/2012

Mais informações:

Francisco Martins
[55 11/ 2848-3230 / 6654-4870

formasemeios@ig.com.br


quarta-feira, janeiro 19, 2011

Livro com as divas do cinema



Bravo! lançou livrode capadura com as maiores divas do cinema de Hollywood, um deleite para os fãs do cinema-arte.

Apesar do tratamento dado à edição, o preço é um tanto salgado do livro que custa R$ 79,90, e está nas bancas desde dezembro passado.

Bravo! Retrato do Artista Cinema, um livro que reúne fotos dos principais artistas das telonas e de momentos decisivos de suas carreiras. O livro tem 248 páginas e custará 79,90 reais.

Com acabamento premium não deixa de ser um deleite,não somente aos cinéfilos,mas para quem gosta de cinema e cultura.



Editora: Abril
Lançamento: 23/11
Público alvo: pessoas interessadas
em cultura
Preço: R$ 79,90